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Particularidades da imigração e sua repercussão na saúde mental

  • erikansmotapt
  • 31 de out. de 2025
  • 1 min de leitura

Quando uma pessoa deixa o seu país de origem para se instalar em outro, está sujeita a múltiplos desafios que se combinam:

  • Traumas ou stress prévios à migração (por exemplo violência, perseguição, deslocamento) que aumentam o risco de transtornos como PTSD (transtorno de stress pós-traumático), depressão ou ansiedade.

  • A adaptação ao país de destino: novo idioma, cultura, normas sociais diferentes, possível discriminação ou sentimento de “não pertencer”. Esse processo de aculturação ou “acculturation stress” pode gerar desgaste psicológico.

  • Fatores estruturais no país de acolhimento: insegurança sobre o estatuto legal, instabilidade laboral, condições precárias de habitação, isolamento social ou redes de apoio reduzidas. Estudo sistemático mostra que os “determinantes sociais de saúde” (moradia, emprego, pertença social) são cruciais para a saúde mental de imigrantes e refugiados.

Esses fatores criam um cenário no qual imigrantes enfrentam tanto vulnerabilidades adicionais quanto obstáculos específicos para cuidar da sua saúde mental.


 
 
 

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